Desenvolva seus dons

Teste surpresa: Quais são seus três principais dons espirituais? Se você não puder enunciá-los tão rapidamente quanto seu nome, endereço e número de telefone, sou tentado a dizer: “Você precisa levar uma sacudida!”. Líderes devem saber quais dons lhes foram concedidos, e em que ordem. A Bìblia ensina que todos os líderes terão de prestar contas diante de Deus, pelo desenvolvimento de cada um dos seus dons ao máximo do potencial que lhe foi concedido. (Bill Hybels em Liderança Corajosa)

Fonte: www.institutojetro.com.br

És meu Universo

Deus tem me incomodado e me desafiado a entregar todo o meu tempo à Ele.
Venho notando isso à algunas dias, e recentemente conheci esta canção (video abaixo). Deus está procurando aqueles que o adorem totalmente, sem desculpas, sem mentiras esfarrapadas, que muitas vezes dizemos “eu não posso” ou “não tenho tempo agora”. Deus sempre tem tempo pra nós, e somos infantis achando que somos alguma coisa ou quem sabe pensando inconcientemente que somos mais importantes que Deus, que ele precisa agendar uma reunião para poder nos falar.

Deus não está preocupado com o que vou fazer ou deixar de fazer, Ele apenas quer que eu e você tenhamos tempo – de qualidade – com Ele. Não que ele precise, mas eu e você precisamos urgentemente parar na presença dEle. Foi pra isso que fomos chamados.

Deus te abençoe e assista o clip do cantor Jesus Adrian Romero, com a canção Meu Universo, essa canção agora será meu hino oficial. 

 

A mulher samaritana, Coca-Cola e Jesus

Por: Pr. Ricardo Gondim

Às vezes, a gente ouve certas coisas que não aceita, mas não sabe bem o porquê. Só depois de algum tempo entende. Não foi por mera antipatia que aquela mensagem não desceu bem. Recordo-me quando ouvi pela primeira vez o paralelo entre Jesus e a Coca-Cola.

O pregador, inflamado de zelo e paixão missionária, afirmava que numa viagem ao interior do Haiti, sob uma temperatura de mais de 40 graus, sentiu-se aliviado quando parou num quiosque miserável feito de palha de coqueiros e pôde comprar uma garrafa do mais famoso refrigerante do mundo. Devidamente refeito depois de beber sua Coca geladinha, perguntou ao dono da venda se já ouvira falar de Jesus. Ele não sabia de quem se tratava. E o nosso palestrante fez sua analogia, tentando dar um choque na complacência da igreja ocidental: “A Coca-Cola conseguiu alcançar o mundo inteiro em menos de um século e a igreja cristã ainda não cumpriu a ordem da Grande Comissão em mais de 20 séculos!”. Continue reading

A Cadeira

Autor: Anômimo

O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo. Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas.

Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.

- Suponho que estava me esperando? – disse o sacerdote. – Não, quem é você? – respondeu o homem enfermo. – Sou o sacerdote que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.

- Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta.

Então o homem enfermo lhe disse:

- Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido orar.

Não sabia direito como se deve orar.

E nunca dei muita importância para a oração. Pensava que Deus estava muito distante de mim.

- Assim sendo, há muito tempo abandonei por completo a idéia de falar com Deus.

Até que um amigo me disse:

“José, orar é muito simples Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer… você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali,bem diante de você.

Afinal Jesus mesmo disse: – “Eu estarei sempre com vocês”. – Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora.

- Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia. Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja, pois me internaria num manicômio imediatamente. O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo. Em seguida orou com ele e foi embora.

Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido. O sacerdote então perguntou:

- Ele faleceu em paz?

- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto. Ele disse que me amava muito e me deu um beijo.

Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto.

Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei. Porque será isto? – perguntou a filha.

O sacerdote, profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu:

- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo…

Fonte: http://www.qadosh.com.br

Mesmo morrendo, somos do Senhor

Por: Pr. Ricardo Gondim

“Se vivemos, vivemos para o Senhor; e, se morremos, morremos para o Senhor. Assim, quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor”. – Romanos 14.8

Quando a Carolina, minha filha primogênita ainda era pequenina, morávamos nos Estados Unidos. Minha mulher estudava e eu passava as manhãs cuidando da casa, preparando mamadeiras e trocando fraldas. Vivíamos um orçamento apertadíssimo. Eu trabalhava como zelador de uma igreja nos períodos da tarde e noite e ainda arranjava alguns serviços esporádicos que ajudassem a pagar as despesas. Somando tudo, não ganhava o suficiente para pagar o aluguel e energia elétrica.

Viver assim pode parecer romântico. A aventura de depender de um milagre para comer a próxima refeição pode ser interessante nos primeiros momentos, mas depois de meses sem um alívio e ainda tendo que ouvir o choro da sua filha pequenina e dependente de você, a gente cansa de ter que exercitar fé.

Naquela manhã eu estava cansado. Principalmente porque não tínhamos dinheiro sequer para comprar o leite que minha filha necessitava para se alimentar naquele final de manhã. Ajoelhei-me no quarto e chorei muito na presença de Deus. Não reclamava ou murmurava, mas, recordo-me bem, despejava o meu coração em um lamento profundo: “Deus, eu te sirvo e estou querendo dedicar minha vida para o teu serviço e me falta dinheiro para comida. Estou desanimado e triste”. Minha oração tremia os meus lábios, toldando os meus olhos de lágrimas. Nesse momento, veio-me a intuição de abrir o texto de Romanos 14.8. Li de joelhos. Naquela manhã aprendi que pertenço a Ele não apenas nos processos de vida e vitória. Passando por momentos difíceis e dolorosos, por vales mais profundos que minha fé, quando não me restar forças para seguir adiante e quando a morte, qualquer tipo de morte, for a única possibilidade, ainda assim continuarei sendo do meu Senhor. Levantei-me agradecendo pela morte que eu experimentava juntamente com a minha família: morte de nossa arrogância, morte de nossa auto-suficiência, morte de nossa determinação.

Dois minutos depois, alguém bateu na porta. Ao abrir deparei-me com uma senhora da igreja. Carregava dois sacos com cerca de oito litros de leite. Afirmou, e perguntou ao mesmo tempo: “Estava em casa e senti Deus mandar-me aqui apenas com leite”. Estou certa?

Chorei, agora de alegria, diante dela, emissária de Deus, que me confirmava que mesmo quando morremos, continuamos pertencendo ao Senhor.