Monthly Archives: setembro 2008
Pastor, que homem é esse?
O pastor é um soldado em combate. Ele vive cercado de inimigos por todos os lados, inimigos gigantes.
Cercado por dentro. Ele tem de lutar contra os próprios medos, os próprios pecados, as próprias fraquezas, desejos e angústias. Tem de lutar contra a solidão, lugar para qual muitas vezes é levado pela posição que ocupa. Tem de lutar contra a própria insensatez, impaciência e incompetência. Tem de lutar contra as necessidades materiais, conjugais e familiares.
Cercado à esquerda. Ele tem de lutar contra as vãs filosofias e sutilezas malignas que adentram o rebanho para dispersar as ovelhas, confundir, corromper e distorcer a verdade, à qual tem por missão defender. Ele tem de lutar contra os falsos ensinos, que mantêm as pessoas que precisa alcançar prisioneiras do engano.
Cercado à direita. Ele tem de lutar contra a ingratidão do povo, a incompreensão e a crítica (característica comum daqueles por quem está dando o sangue).
Cercado por trás. Ele tem de se defender dos companheiros que, apesar de estarem na mesma frente de batalha, atacam-lhe pelas costas como se inimigos fossem.
Cercado na frente. Ele tem de lutar contra os prazeres que o mundo oferece para seduzir as pessoas, pois a sua missão é cuidar, defender e resgatá-las. Ele tem de enfrentar ainda a indiferença, a apatia e a falta de entusiasmo dessas pessoas para com as coisas de Deus e tentar motivá-las.
Cercado por baixo. Ele tem de lutar contra o diabo e as suas hostes malignas, que fazem oposição a Deus e à Sua obra; a qual foi constituído fiel depositário.
Como se não bastasse a luta, esse homem é cobrado por Deus, pela sociedade, pela sua denominação, pelo seu rebanho, pelos colegas de ministério, pela família e até por si próprio.
Este homem não pode esperar recompensas enquanto batalha. Ele sabe que só será recompensado após o fim da guerra, quando encontrar pessoalmente com o seu General. Quem pode suportar tamanha luta, tamanhos inimigos, tamanha pressão? Quem é suficiente para essa batalha?
Eclesiastes 9:10 diz: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças”.
Mas esse homem sabe que a missão que lhe foi confiada por Deus está muito além das suas forças.
Ele tem consciência que, como Davi, sozinho, jamais poderá vencer o gigante que amedronta todo o exército; só poderá vencer se for na força do Senhor.
Então, o pastor é um soldado valente, porém, fraco. Ele está cônscio das próprias limitações; mais do que qualquer outra pessoa. Mas, como Paulo, o apóstolo, sabe que o poder de Deus se manifesta e se aperfeiçoa na sua fraqueza.
Por isso, toda a sua força é extraída exclusivamente da graça que há em Cristo. Apegado a essa graça ele sofre todas as aflições, como bom soldado, na certeza de que um dia triunfará, marchando vitorioso ao lado do seu General.
Autor: Jair Souza Leal
Fonte: www.institutojetro.com.br
Salvação para a família
“Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” (At. 16.31.)
Creio numa provisão divina para abençoar as famílias. Acredito que Deus pensa na família em tudo o que faz. A família é uma instituição divina. Deus proveu para seu filho Jesus uma família abençoada nesta terra. E fez muitas promessas incluindo as famílias, portanto, há algo especial que deve ser visto sob este enfoque e que nos ajudará em nossa caminhada cristã.
Nosso texto base para esta meditação fala sobre salvação para toda a família, e acredito que há muita coisa que precisa ser esclarecida por trás deste conhecidíssimo versículo bíblico. Tenho visto atitudes erradas na vida de muitos cristãos e, geralmente, elas são oriundas de uma compreensão errada (ou da falta dela) deste texto.
Este texto não é uma promessa de que Deus salvaria nossa família sem que nada precisássemos fazer. Não fala de um processo em que, automaticamente, toda uma família se salva só porque um foi salvo. A salvação não se transfere, é pessoal. Este versículo nos mostra uma provisão divina para a família, e que quando um familiar é salvo passa a ser a “porta de entrada” do Reino de Deus para a sua família. Tem muito crente que sequer evangeliza os seus, nunca intercede por sua família, mas quando indagado sobre o estado deles responde: “Não me preocupo porque tenho uma promessa da salvação de minha família…”
Não acredito que este texto seja uma promessa, embora creia que deva inspirar nossa fé e nos levar a uma atitude correta. Tenho este posicionamento pelas seguintes razões:
1) Era uma palavra pessoal;
2) Não concorda com outros textos sobre a salvação para família;
3) Não concorda com a doutrina bíblica da salvação.
Permita-me argumentar porque…
Uma palavra pessoal
Esta palavra foi dada por Paulo a um carcereiro da cidade de Filipos, onde o apóstolo estava preso por ter expulsado um espírito maligno de uma jovem que era adivinha. O ocorrido a impediu de continuar adivinhando, e a falta de lucros gerada por esta libertação fez com que os senhores dessa moça lançassem Paulo e seu companheiro Silas na prisão.
O que Paulo falou a este homem foi uma palavra pessoal sob uma ação específica do Espírito Santo. Observe o texto todo e estes detalhes aparecerão: “E, depois de lhes darem muitos açoites, os lançaram no cárcere, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança. Este, recebendo tal ordem, levou-os para o cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco. Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos. O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas do cárcere, puxando da espada, ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem fugido. Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos! Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” (At. 16.23-31.)
Este acontecimento se deu por volta da meia-noite, logo, estava escuro. A certeza disto é que o carcereiro pediu luz antes de ir até Paulo e Silas, o que nos mostra que nem ele e nem tampouco os dois evangelistas tinham luz. O texto sagrado ainda revela que ninguém saiu do cárcere, embora o carcereiro chegou a pensar que todos já tivessem fugido.
Então, aquele homem, que sabia que ia pagar com a própria vida pela vida dos presos que (achava ele) haviam escapado, decide se matar e chega a puxar a espada para fazê-lo, mas Paulo brada para que ele não faça aquilo.
Como é que Paulo, no escuro e sem enxergá-lo por estarem em cômodos diferentes, sabia do que estava acontecendo?
Temos uma palavra de conhecimento, dada pelo Espírito Santo revelando uma condição específica de um homem específico. Não sabemos tudo o que Deus mostrou ao apóstolo, mas é neste contexto que ele afirma ao carcereiro: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e a tua casa”. E o que acontece em seguida?
“Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. Então, levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus.” (At. 16.30-34.)
Aquele homem tirou Paulo e Silas da cadeia e os levou para casa. A Bíblia diz que ele aproveita para cuidar das feridas daqueles homens, mas eles foram lá para pregar a palavra de Deus e conseguiram levar todos a Cristo e batizá-los!
O que fez o carcereiro acreditar tanto em Paulo e Silas? Seguramente não foi só o terremoto, mas a revelação que ele recebeu depois do terremoto.
Diante de tudo isto não posso dizer que as palavras de Paulo a este homem se apliquem a todo crente. Quando o navio em que Paulo viajava para Roma estava para naufragar, ele disse de antemão: “Contudo, é necessário irmos dar numa ilha”. Come ele sabia disto? Porque Deus lhe havia revelado isto. Mas não quer dizer que todo crente que viesse a naufragar iria dar numa ilha. Era uma palavra específica para um momento específico. Do mesmo modo, o que Paulo falou para aquele carcereiro não era uma promessa para todo crente, era uma revelação específica do que aconteceria na família daquele homem.
Outros textos sobre família
Há vários outros textos bíblicos que entrariam em conflito se tentamos dizer que esta palavra é uma promessa para todo crente. Veja alguns deles: “Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão. Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra.” (Lc. 12.51-53.)
Jesus disse que veio trazer divisão numa casa. Isto mostra que quando alguém decidisse segui-lo, outros familiares se levantariam contra, não aceitando a decisão. E haveria problemas… isto não nos faz pensar que o que Paulo disse ao carcereiro fosse uma promessa para todo cristão, faz?
O Senhor ensinou claramente que seria necessário ter a disposição de negar os familiares para mantê-lo em primeiro lugar: “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” (Lc. 14.26.)
Além do ensino de Jesus, vemos o mesmo apóstolo Paulo (que fez aquela declaração ao carcereiro) falando sobre a salvação dos demais familiares como uma incógnita: “Pois, como sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, como sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?” (1Co. 7.16.)
Ora, se Paulo acreditasse que aquilo que ele afirmou ao carcereiro de Filipos fosse uma promessa a todo crente, não falaria assim, neste tom de incerteza! Mas a verdade é que não se trata de uma promessa a todos, embora revele uma intenção do coração de Deus.
Não estou tentando semear incredulidade em quem crê na salvação dos seus familiares. Precisamos mesmo lutar em favor deles! Mas o fato é que eles não serão salvos somente porque você, como familiar deles, foi. A condição para a salvação de seus familiares é a mesma que de qualquer outro pecador: precisam se arrepender e crer em Jesus.
Escrevi este artigo porque muitos crentes não fazem nada pela sua família e ficam confessando Atos 16.31 como se fosse uma solução a se estabelecer automaticamente. Precisamos ser práticos. O que Paulo e aquele carcereiro fizeram? “E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. (At. 16.32-33.)
Depois de saber que Deus queria salvar sua família, o homem foi levar o Evangelho para eles! Foi por isso que creram e se batizaram. Tem muita gente que não prega a Palavra para os seus familiares e acha que eles vão acordar salvos alguma manhã destas. Não é assim que funciona. Temos que nos mexer. Lutar por eles. Interceder por eles. Dar bom testemunho.
Crendo no plano de Deus para a família
Quando o apóstolo Pedro sobe a Jerusalém e é indagado do motivo que o levou a entrar na casa de Cornélio, um gentio, dá uma explicação de um detalhe da mensagem que o centurião recebera do anjo que lhe apareceu. Este detalhe é importantíssimo para nós porque nos mostra como Deus trata com as famílias e tem um plano para elas.
“E ele nos contou como vira o anjo em pé em sua casa e que lhe dissera: Envia a Jope e manda chamar Simão, por sobrenome Pedro, o qual te dirá palavras mediante as quais serás salvo, tu e toda a tua casa.” (At. 11.13-14.)
Embora não haja uma promessa específica de que cada família onde alguém se converter todos virão a ser salvos, sabemos que este é o desejo de Deus. Deus deseja que todos se salvem (1Tm. 2.5). Ele não deixou ninguém de fora da provisão de salvação, mas mesmo assim, sabe que muitos rejeitarão seu presente, a ponto de também declarar em sua Palavra que “a fé não é de todos” (2Ts. 3.2).
Desde o princípio vemos Deus incluindo as famílias em suas promessas de bênçãos, salvação e livramento. Foi assim com Noé: “Disse o SENHOR a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração.” (Gn. 7.1.)
Também foi assim com Ló, quando Deus anunciou pela boca dos anjos que haveria de destruir a cidade; deu oportunidade para que toda a família escapasse: “Então, disseram os homens a Ló: Tens aqui alguém mais dos teus? Genro, e teus filhos, e tuas filhas, todos quantos tens na cidade, faze-os sair deste lugar; pois vamos destruir este lugar, porque o seu clamor se tem aumentado, chegando até à presença do SENHOR; e o SENHOR nos enviou a destruí-lo.” (Gn. 19.12-13.)
Deus tem um plano para as famílias e deseja abençoá-las. Esta foi sua promessa a Abraão: (…) “Em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gn. 12.3b.)
Mas porque Deus deseja isto não quer dizer que vá acontecer por si. Os genros de Ló não o levaram a sério (Gn. 19.14) e acabaram perecendo em Sodoma, embora o Senhor quisesse ter tirado os dois de lá.
Não perder a visão familiar
Onde está o ponto de equilíbrio? Não está em achar que a família será salva por si e nem tampouco em deixar de ter esperança pelos seus. É entender a visão familiar na Palavra e batalhar para que isto aconteça. Creio que Deus queira que cada um de nós possa encher o peito e afirmar com alegria o mesmo que Josué: (…) “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” (Js. 24.15.)
Tem gente que quer ganhar o mundo para Jesus e sequer se importa com a sua casa. Isto é uma violação de claros mandamentos bíblicos! Veja o que Paulo falou a Timóteo no tocante a isso: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente.” (1Tm. 5.8.)
O cuidado pela família não envolve apenas o sustento natural, que é o contexto desta afirmação, mas também a preocupação com a condição espiritual. É requisito para a liderança ter uma família exemplar, ministrada no Senhor (1Tm. 3.4-5).
Os projetos que envolvem a salvação da nossa família devem ser tomados como prioridade. É preciso que nos empenhemos em lutar pela salvação da nossa casa. Isto envolve uma postura de esperança e um posicionamento de bom testemunho. Mediante um bom testemunho, familiares podem ser ganhos para Cristo. Sem ele, muitos nunca se converterão. Pedro escreveu sobre isto: “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor.” (1Pe. 3.1-2.)
Para o casal cristão, o desafio são os filhos. Eles também devem ser ganhos e discipulados por seus pais: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” (Ef. 6.4.)
Viva sua vida em Deus de forma frutífera. E comece a frutificar pela sua própria casa. Que o Senhor lhe dê graça para pelejar pelos seus e levá-los a uma experiência genuína com Cristo!
Autor: Luciano P. Subirá. Pastor da Comunidade Evangélica Alcance, em Curitiba/PR
Onde o Espírito do Senhor está, ali há liberdade
UZBEQUISTÃO (9º) – O pastor Dmitry Shestakov, preso no Uzbequistão (saiba mais), não pode mais receber cartas na prisão, apenas telegramas.
No entanto, Marina, sua esposa, escreveu uma carta a todos aqueles que têm apoiado sua família neste momento difícil. Mantenha-os em suas orações.
“Se o Senhor não estivesse do nosso lado (…) as águas nos teriam arrastado.” (Sl 124.1,4)
Essas palavras se tornaram realidade em nossas vidas, e expressam bem os nossos sentimentos. Às vezes nos sentimos totalmente sufocados pela situação, mas Deus é o Deus do impossível e a única coisa que posso fazer é me apegar a Ele.
Quando me encontrei com Dmitry na prisão, achei que ele é quem fosse precisar ser encorajado. Mas ele me disse: “Eu sou uma pessoa livre, mesmo estando aqui na prisão. Onde o Espírito do Senhor está, ali há liberdade”.
Cada um de nós pode ter sido desapontado, frustrado e deprimido, mas somos pessoas livres, e “o nosso socorro está no nome do Senhor, que fez os céus e a terra”.
Dmitry não pode ter sua Bíblia na prisão, e nem pode adorar a Deus abertamente, mas seu espírito está livre.
Quando tudo isso terminar, e nós tivermos esquecido a miséria e a dor, nos lembraremos dos milagres de Deus e de sua fidelidade. Haverá um tempo em que nossa alegria será perfeita. Todas essas situações são parte do nosso processo de amadurecimento, guiado por Deus.
Estamos muito gratos por todas as orações em nosso favor. Continuem a orar por nós, para que vejamos a intervenção de Deus em nossas vidas, incontáveis vezes.
No amor de Cristo,
Marina Shetakov
Tradução: Texto traduzido pela fonte
www.portasabertas.org.br
MILAGRE DO ESQUECIMENTO
“Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.” Mateus 6:12
“Recordar o passado é sofrer duas vezes”, diz o ditado. Ninguém gosta de recordar um passado de sofrimentos e erros. As lembranças do passado, muitas vezes, se transformam num peso que ninguém merece ou precisa carregar novamente. Ficar remoendo o passado é tortura desnecessária.
O passado, é verdade, guarda em seus arquivos indiscretos todos os erros, todas as omissões, enfim, todos os pecados cometidos. E essa carga de pecados produz sofrimento, frustração, infelicidade, consciência de culpa, falta de sossego, danos psicológicos e até mesmo problemas de saúde.
Jesus nos ensinou a orar: “Pai, perdoa-nos…” Parece muito fácil, não é mesmo? Parece um passe de mágica. Mas não é bem assim. Se com sinceridade e um coração aberto orarmos: “Pai, perdoa!”, é porque acreditamos e queremos o perdão. A partir daí — do milagre da fé, do amor e da misericórdia de Cristo Jesus — toda culpa, amargura e peso pelos pecados se resolvem, trazendo alívio ao nosso coração, vontade de viver e de recomeçar.
Só o perdão de Cristo realiza em nós o milagre do esquecimento para vivermos livres da culpa do passado, pois Ele mesmo promete se esquecer dos nossos pecados.
“Pai, perdoa!”
Fonte: www.cadadia.com.br
