POR QUE JESUS CHOROU?

Leia João 11:17-37

Lázaro, o amigo de Jesus, morreu. Imagine suas irmãs aos prantos. Imagine as pessoas que vieram consolar Maria e Marta. Elas também choram. Agora imagine Jesus, que chegou atrasado. Ele, também, está chorando. Por quê?
Vimos Jesus chorar por causa de Jerusalém. (Lucas 19:41) Ele chorou porque seu povo amado se recusava a reconhecer que Ele era Deus, e porque sua cegueira os levaria a um sofrimento terrível.
Por que Jesus chorou com a morte de Lázaro? Eu me lembro de ter ouvido alguém dizer que Jesus não precisava realmente ter chorado. Afinal, logo em seguida ele ressuscitaria Lázaro. Mas Jesus chorou mesmo assim.
Jesus chorou porque Ele optou por se juntar ao sofrimento do povo à sua volta. Ele chorou com eles. Ele era, e é, o Emanuel — “Deus conosco” — em todos os aspectos.
É claro que Jesus fez mais do que chorar. Ele também eliminou o motivo do choro: ressuscitou Lázaro e, ao fazer isto, revelou a glória de Deus. É isto que Jesus faz. Ele toma o sofrimento do mundo e o transforma em vida e esperança, para a glória de Deus. Vamos imaginar Jesus chorando. Devemos nos lembrar do que ele fez para que algum dia não haja mais choro.

Jesus toma o sofrimento do mundo e o transforma em vida e esperança, para a glória de Deus.

Fonte: www.cadadia.com.br

Teimosia

Nem toda teimosia é maléfica e eticamente incorreta. Há uma teimosia santa. É aquela que insiste em acreditar em Deus em toda e qualquer circunstância. Não há maior triunfo do que superar pela fé um transtorno qualquer, de pequena ou longa duração, até que se enxergue a luz no fim do túnel. Além de ser benéfica, essa modalidade de teimosia é uma virtude rara.

Veja-se, por exemplo, a teimosia do profeta Habacuque: “Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao Deus Eterno e louvarei a Deus, o meu Senhor” (Hc 3.17, 18, BLH).

Veja-se também a conhecida e magistral teimosia do salmista: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam” (Sl 23.4).

A expressão ainda que ou ainda quando, usada por Habacuque e por Davi, é muito enfática. Ela quer dizer que mesmo havendo alguma tragédia, grande ou pequena, isso não pode nem deve perturbar a paz daquele que está firmado no Senhor.

Aquele que é possuído por essa santa teimosia é capaz de adorar a Deus nos momentos humanamente menos indicados. Depois de perder todos os seus bens e os dez filhos, “Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1.20, 21.) A teimosia do homem da terra de Uz era devida à sua certeza: “Eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25). O rei Davi comportou-se da mesma maneira: depois da morte do filho, ele “se levantou da terra, lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do Senhor e adorou” (2 Sm 12.20).

Há certas passagens por demais apertadas pelas quais só conseguiremos passar de cabeça erguida se formos realmente teimosos na fé. É como explica o salmista: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam” (Sl 46.1-3).

Autor Elben Lenz César
Fonte www.institutojetro.com

O preço do discipulado

“Se alguém vem a mim e ama… sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo.”
Lucas 14:26

No tempo de Jesus, estudantes da religião escolhiam com que rabino queriam estudar, como os jovens de hoje decidem que universidade desejam freqüentar. Lucas nos conta que Jesus era um rabino muito conhecido. Suas salas de aula, os campos onde ele ensinava, estavam sempre lotadas. Continue reading

Ser digno

Mas os que forem havidos por dignos o mundo vindouro e a ressurreição dos mortos nem hão de casar, nem ser dados em casamento; porque já não podem mais morrer, pois são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição”. Lucas 20.35

Nós devemos procurar ser dignos da vida eterna. Haver por digno é crer em Jesus como Salvador, arrependendo-se dos pecados, evitando-os, e obedecer ao plano que Deus quer para nossas vidas. Em resposta a um saduceu da época, que fazia parte da facção religiosa dos que não acreditavam na ressurreição, Jesus respondeu que os que forem dignos de vida eterna não se casam mais, pois não existirá mais a natureza carnal, somente a espiritual. Não existirá mais a necessidade de procriação, porque os ressuscitados espiritualmente não mais morrerão.

A Graça de Deus para todos!

Autor: Gilvannildo Coelho de Santana